Sempre esperamos por alguem que imaginamos que vá nos fazer feliz, e a quem também possamos fazer o mesmo. Mas e quando percebemos o tempo passar e essa pessoa não vêm? E tudo que ouvimos é dizerem:
__ Tenha paciência... Espere no Senhor!
Conheço algumas pessoas que passam por isso, e que vivem a esperar pela sua outra "metade", prá eles é uma espera cheia de experiências, com pessoas que acharam ser a certa, mas acabaram se decepcionando, tendo que recomeçar do zero e apagar da memória as boas e más lembranças do que viveram.
Ao pensar sobre esse assunto, fiquei imaginando onde estaria o erro? , mas confesso não ter achado uma resposta, pelo menos que fosse convincente.
Antigamente as histórias de relacionamentos eram cheias de romantismo, histórias cheias de detalhes emocionantes que contadas até poderiam dar uma perfeita novela.
Hoje quando perguntamos a alguém como foi que conheceu seu namorado (a), simplesmente respondem que começaram "ficando" e estão até hoje, nem as novelas conseguem passar mais a essência de uma verdadeira história de amor, mas em compensação conseguem transmitir perfeitamente a adrenalina de um momento íntimo entre um casal, que é o que parece reger as relações em nossa geração.
Não dão mais tempo em observar ou trocar olhares com a pessoa por quem está interessado, só pede prá ficar, se ela aceitar bem se não amém, “a fila anda".
O conhecer o outro não implica mais em saber o que gosta de comer, de fazer, o que o deixa feliz ou chateado, mas se o beijo é bom.
Infelizmente talvez esteja ai a resposta para nossas questões, a desvalorização de nós mesmos, porque (em minha opinião), quando aceitamos "ficar", simplesmente morar com alguém ao invés de legalizar a união ou nos dar em relações íntimas com qualquer pessoa que não seja o esposo (a), desvalorizamos a nós mesmos, por aceitarmos essas situações é como se achássemos que não merecemos coisa melhor, histórias mais intensas, momentos mais verdadeiros.
Obs.: Sou do século XXI, espero sinceramente que esse texto jamais saia do meu blog, porque se não "Era uma vez uma moça chamada Célia" vão me apedrejar... kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.